Oi pessoal!!
Hoje falarei de mais um anime/mangá que está em andamento e tem agradado ao público.
Para vocês terem uma ideia, no Japão a série ficou em terceiro lugar na pesquisa de melhor mangá de 2013, na terceira posição da lista dos vinte melhores mangás para leitores do sexo masculino no guia Kono Manga ga Sugoi! e foi nomeada para o Prémio dos Leitores e Prêmio de Mangá Kodansha.(dados da Wikipedia).
E por aqui no Brasil tenho visto muitos comentários positivos acerca desse anime que estreou em Janeiro. Ajin e Boku Dake ga Inai Machi são meus animes favoritos dessa temporada, apesar de serem de mistério, são excelentes. Já comentei que detesto o suspense, mas esses dois estão valendo muito a pena. Chega a ser uma tortura esperar uma semana para cada episódio, mas quando sai não decepcionam em nada.
Na história Kei Nagai vive sua vida como um estudante normal até que é atropelado por um caminhão e morre.
Então ele descobre que é um Ajin, um humano imortal, e começa a ser perseguido por todos para ser capturado pelo governo e ser torturado, já que para a sociedade um Ajin não é uma pessoa e sim um monstro que deve ser estudado.
A única pessoa que se importa com ele é seu amigo Kai, e diga-se de passagem, Kei não merecia esse amigo, ele mesmo disse que se fosse o contrário e Kai fosse um Ajin, ele nunca teria o ajudado. Nesses poucos episódios que saíram vemos claramente que Kei é como a irmã dele o descreveu: "um lixo". Enquanto Kai é uma pessoa incrível, estou torcendo para ele não ser morto na história.
Há outros Ajins: uma japonesa que trabalha caçando outros como ela (dessa forma ela espera que seu chefe não a denuncie como Ajin, senão ela com certeza será muito torturada), e outros dois que após toda a perseguição e todo tipo de violência sofrida, odeiam os humanos. Sejamos francos, na situação deles pouquíssimos não ficariam com ódio.
Vendo esse anime fico pensando quão maus os seres humanos conseguem ser, e não só em ficção. Sabemos muito bem os horrores que muitos passaram em guerras, ditaduras e mesmo atualmente como tem pessoas em situações semelhantes.
Não sei o que o autor quer transmitir nessa obra, mas eu interpreto como uma mensagem para refletirmos, para entendermos que a sociedade já não está beirando a barbárie, ela já se tornou assim e devemos reagir contra essas ideias e atitudes perversas se quisermos sobreviver nessa Terra praticamente fadada ao fim.
Mas, deixando de lado como eu interpreto as coisas, a animação é excelente e nos deixa com o coração a mil enquanto esperamos pelo episódio seguinte. E Kei é dublado por Mamoru Miyano, o que me deixou ainda mais animada. Para quem não sabe ele dublou (entre outros) o Kira de Death Note, que é o vilão que a gente não consegue odiar, não é mesmo? Só um pouco quando pensamos no que aconteceu ao L... Dublou também o Zero de Vampire Knight ( a única razão para eu tentar ver aquele anime) e nosso querido Ichinose de Uta no Prince, que já cansei de falar aqui.
Vamos assistir?
Até a próxima!!!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
O Dez Mandamentos - Filme
Boa tarde!!
Como todos sabemos, O Dez Mandamentos agora está nos cinemas do Brasil todo, e tem como não saber? Era só ligar a televisão ou o rádio a QUALQUER hora do dia para escutar a propagando do filme, céus, eu não aguentava mais! Já estava mesmo torcendo para chegar o dia da estreia para pararem com tanta divulgação irritante, sabem o que é querer escutar uma música e não ter uma única vez que eu ligasse o rádio e que não estivesse falando sobre o filme?!
Mesmo com toda a divulgação e uma infinidade de reportagens e entrevistas, tudo com a intenção de fazer o povo brasileiro acreditar que um filme feito a base de cortes de cenas de uma novela com 176 capítulos seria excelente, sejamos realistas: isso não seria possível.
Assistir esse filme foi uma verdadeira perda de tempo, conseguiu ser ainda pior que Caçadores de Emoção: Sem Limites. A novela, de onde as cenas do filme foram tiradas, já havia sido mais uma amostra do fracasso em tentar adaptar histórias relativamente curtas em novelas ou minisséries, e não estou falando de fracasso econômico, pois sabemos que tanto a novela quanto as minisséries e esse filme foram uma boa alternativa financeira, o filme então, nem preciso comentar quanto a isso. Mas estou falando do horror que é assistir uma versão onde enchem de personagens que não existem nos registros bíblicos e eventos que também nunca ocorreram. Detesto assistir essas adaptações por isso, eu penso que se não está registrado, não invente, use o que tem de fato na Bíblia.
Quem não acompanhou a novela provavelmente estranhou diversas cenas, a história foi completamente compactada de forma que até mesmo o que compunha a base da novela foi cortado, como por exemplo a relação de amizade e rivalidade entre Moisés e Ramsés tão mostrada na novela, inclusive em extensos capítulos onde rivalizam por Nefertari. No filme, Nefertari já aparece casada com Ramsés e a antiga amizade dos príncipes passa quase que despercebida.
Agora, o filme teve seu lado bom que preciso ser justa e citar: fizeram o favor de nesses excessivos cortes tirarem tudo o que era desnecessário na novela, como a chatice que foi a fase de Moisés no deserto e as irmãs de Zípora, a própria Zípora, todas aquelas armações da vilã que não deixavam dúvida da produção ser brasileira e a péssima atuação das crianças. Querem saber de alguém que desde a infância atuava bem? Glória Pires. Mas não só as crianças deixavam muito a desejar, mas a trama desperdiçou o talento de atores experientes em papéis curtos, com Mel Lisboa, que seria muito melhor aproveitada se tivesse um papel maior, como por exemplo se pegasse o papel de Nefertari. Não que Camila Rodrigues tenha atuado mal, ela foi muito bem, o que estou dizendo é que seria muito bom ver uma atriz como Mel Lisboa em um papel que mostrasse mais seu potencial.
Outros atores muito bons que infelizmente tiveram uma participação ínfima no filme e na novela também tiveram papéis, digamos... aquém de seu talento, foram Heitor Martinez que me impressionou com seu papel de Jackson na novela Vidas Opostas, Petrônio Gontijo, Victor Hugo e Giuseppe Oristanio.Há outros atores que poderia citar, mas a lista ficaria grande demais. Escalaram bons atores para papéis simples enquanto outros me pareceu que só estavam na tela por causa de sua boa aparência.
Por último, tanto no filme quanto na novela, muito mais frequente, vemos várias semelhanças com a animação Príncipe do Egito, de 1998. Tive a impressão que a produção da novela quis copiar a animação totalmente, exceto pelas belíssimas canções. E depois de ver a animação Príncipe do Egito, a novela Os Dez Mandamentos e sua adaptação em filmes, a conclusão que cheguei (e não fui a única) é que é melhor ficar com a animação. Está muito bem feita e mostra a vida de Moisés sem todas as invencionices desnecessárias presentes em novelas e tudo em menos de 2 horas, além de seguir um ritmo natural, completamente diferente do filme os Dez Mandamentos que parece que foi uma ideia e produção de última hora, feita sem qualquer planejamento.
Ah, e sobre aquele "final surpreendente e não visto na novela", fiquei esperando para ver até depois dos créditos. Mas não faço ideia que final foi esse, não teve nada de surpreendente ou que eu não tenha visto. Será que era Josué narrando a história para o povo? Como eu disse, cadê o "final surpreendente"? A música que tocou no cinema quando o filme e os créditos acabaram foi melhor que as duas horas assistindo aquilo.
Conclusão, a animação por mais que seja mais antiga ainda é superior a "super produção" que estamos suportando nos cinemas, e ainda é facilmente encontrada no YouTube. ^ ^
Até a próxima!
Como todos sabemos, O Dez Mandamentos agora está nos cinemas do Brasil todo, e tem como não saber? Era só ligar a televisão ou o rádio a QUALQUER hora do dia para escutar a propagando do filme, céus, eu não aguentava mais! Já estava mesmo torcendo para chegar o dia da estreia para pararem com tanta divulgação irritante, sabem o que é querer escutar uma música e não ter uma única vez que eu ligasse o rádio e que não estivesse falando sobre o filme?!
Mesmo com toda a divulgação e uma infinidade de reportagens e entrevistas, tudo com a intenção de fazer o povo brasileiro acreditar que um filme feito a base de cortes de cenas de uma novela com 176 capítulos seria excelente, sejamos realistas: isso não seria possível.
Assistir esse filme foi uma verdadeira perda de tempo, conseguiu ser ainda pior que Caçadores de Emoção: Sem Limites. A novela, de onde as cenas do filme foram tiradas, já havia sido mais uma amostra do fracasso em tentar adaptar histórias relativamente curtas em novelas ou minisséries, e não estou falando de fracasso econômico, pois sabemos que tanto a novela quanto as minisséries e esse filme foram uma boa alternativa financeira, o filme então, nem preciso comentar quanto a isso. Mas estou falando do horror que é assistir uma versão onde enchem de personagens que não existem nos registros bíblicos e eventos que também nunca ocorreram. Detesto assistir essas adaptações por isso, eu penso que se não está registrado, não invente, use o que tem de fato na Bíblia.
Quem não acompanhou a novela provavelmente estranhou diversas cenas, a história foi completamente compactada de forma que até mesmo o que compunha a base da novela foi cortado, como por exemplo a relação de amizade e rivalidade entre Moisés e Ramsés tão mostrada na novela, inclusive em extensos capítulos onde rivalizam por Nefertari. No filme, Nefertari já aparece casada com Ramsés e a antiga amizade dos príncipes passa quase que despercebida.
Agora, o filme teve seu lado bom que preciso ser justa e citar: fizeram o favor de nesses excessivos cortes tirarem tudo o que era desnecessário na novela, como a chatice que foi a fase de Moisés no deserto e as irmãs de Zípora, a própria Zípora, todas aquelas armações da vilã que não deixavam dúvida da produção ser brasileira e a péssima atuação das crianças. Querem saber de alguém que desde a infância atuava bem? Glória Pires. Mas não só as crianças deixavam muito a desejar, mas a trama desperdiçou o talento de atores experientes em papéis curtos, com Mel Lisboa, que seria muito melhor aproveitada se tivesse um papel maior, como por exemplo se pegasse o papel de Nefertari. Não que Camila Rodrigues tenha atuado mal, ela foi muito bem, o que estou dizendo é que seria muito bom ver uma atriz como Mel Lisboa em um papel que mostrasse mais seu potencial.
Outros atores muito bons que infelizmente tiveram uma participação ínfima no filme e na novela também tiveram papéis, digamos... aquém de seu talento, foram Heitor Martinez que me impressionou com seu papel de Jackson na novela Vidas Opostas, Petrônio Gontijo, Victor Hugo e Giuseppe Oristanio.Há outros atores que poderia citar, mas a lista ficaria grande demais. Escalaram bons atores para papéis simples enquanto outros me pareceu que só estavam na tela por causa de sua boa aparência.
Por último, tanto no filme quanto na novela, muito mais frequente, vemos várias semelhanças com a animação Príncipe do Egito, de 1998. Tive a impressão que a produção da novela quis copiar a animação totalmente, exceto pelas belíssimas canções. E depois de ver a animação Príncipe do Egito, a novela Os Dez Mandamentos e sua adaptação em filmes, a conclusão que cheguei (e não fui a única) é que é melhor ficar com a animação. Está muito bem feita e mostra a vida de Moisés sem todas as invencionices desnecessárias presentes em novelas e tudo em menos de 2 horas, além de seguir um ritmo natural, completamente diferente do filme os Dez Mandamentos que parece que foi uma ideia e produção de última hora, feita sem qualquer planejamento.
Ah, e sobre aquele "final surpreendente e não visto na novela", fiquei esperando para ver até depois dos créditos. Mas não faço ideia que final foi esse, não teve nada de surpreendente ou que eu não tenha visto. Será que era Josué narrando a história para o povo? Como eu disse, cadê o "final surpreendente"? A música que tocou no cinema quando o filme e os créditos acabaram foi melhor que as duas horas assistindo aquilo.
Conclusão, a animação por mais que seja mais antiga ainda é superior a "super produção" que estamos suportando nos cinemas, e ainda é facilmente encontrada no YouTube. ^ ^
Até a próxima!
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Caçadores de Emoção: Além do Limite ( com spoiler! )
Boa tarde!!
Então pessoal, hoje vou fazer meus breves comentários sobre Caçadores de Emoção: Além do Limite, filme que ainda está em cartaz e assisti no último Domingo.
Eu fui para o cinema já consciente que o filme não seria lá essas coisas, que havia grande chance de ser previsível e a história ser pouco convincente. É, não posso dizer que foi o melhor filme que vi nesses últimos tempos, até porque, acho que todos têm percebido que o cinema está em crise: não há quase nada que possamos chamar de novo, diferente e criativo. Há somente as mesmas histórias sendo recontadas e chamadas de "a história jamais contada". E não por acaso esse filme também é uma refilmagem de Caçadores de Emoção de 1991.
Bem, não vou falar sobre o filme de 1991, mas sim sobre a versão mais recente, de 2015.
Quando vi o trailer o que pensei foi: "fala sério, um filme só com cenas de ação e uma sinopse bem fraca". Mas é claro que pensei isso, a história do filme é a seguinte:
Agente do FBI que se infiltra em um grupo de atletas radicais suspeitos de cometerem roubos.
Mas ainda assim lá fui eu assistir isso. E para minha surpresa, não foi tão ruim! Eu sei que muitos consideraram o roteiro fraco, cenas pouco realistas e um verdadeiro desperdício de talento ter Édgar Ramírez nesse filme, o que eu também achei já que o papel dele é muito vazio, mas ainda assim, para quem quer ver cenas radicais em 3D e nada mais, ele é bom. E teve um final oposto ao que imaginei, só por isso já gostei dele, o fato de não ser tão previsível quanto eu esperava compensou várias falhas.
E como falhas eu posso citar: o filme é focado totalmente nas cenas radicais e não há muito sentido na história, ausência de diálogos, personagens vazios e filosofias nada convincentes.
Para vocês entenderem, o filme começa com Utah, o protagonista praticando motocross com seu amigo, que morre. Então a cena muda para sete anos mais tarde com Utah no FBI. O chefe dele resolve acreditar em uma teoria estranha dele e arriscar o próprio emprego para mandar o inexperiente aspirante a agente se infiltrar no grupo de esportistas radicais que ele acredita ter envolvimento nos crimes. Tudo meio veloz e irracional, não consigo imaginar o FBI fazendo algo assim.
Depois, fiquei surpresa com a facilidade com que ele foi aceito no grupo e levado ao local do próximo crime. Foi algo mais ou menos assim: "eu não tenho uma razão para estar aqui, vocês não sabem nada de mim além do que eu era há sete anos, mas me deixem entrar para sua organização criminosa". O personagem interpretado por Édgar Ramírez, Bodhi, é o líder do grupo e sem lógica nenhuma o aceita e expõe sua filosofia: o mundo está sendo destruído, devemos fazer oferendas ao planeta com tudo aquilo que tiramos dele e através disso e exposição a perigos mortais, vamos alcançar elevação espiritual.
É inacreditável, mas é essa a ideia do filme. No fim, pelo menos me surpreendi ao ver que Utah não se tornou adepto a essa estranha filosofia e se mostrou leal ao FBI e Bodhi morreu de uma maneira desnecessária, ele se matou para falar a verdade. Foi um filme estranho com personagens realmente vazios e um enredo fraco, mas com cenas de ação aceitáveis.
Para quem não tem nada melhor para assistir ( quer dizer, está esperando os filmes da Marvel kkkkk), fica a dica!
Até a próxima! :D
Então pessoal, hoje vou fazer meus breves comentários sobre Caçadores de Emoção: Além do Limite, filme que ainda está em cartaz e assisti no último Domingo.
Eu fui para o cinema já consciente que o filme não seria lá essas coisas, que havia grande chance de ser previsível e a história ser pouco convincente. É, não posso dizer que foi o melhor filme que vi nesses últimos tempos, até porque, acho que todos têm percebido que o cinema está em crise: não há quase nada que possamos chamar de novo, diferente e criativo. Há somente as mesmas histórias sendo recontadas e chamadas de "a história jamais contada". E não por acaso esse filme também é uma refilmagem de Caçadores de Emoção de 1991.
Bem, não vou falar sobre o filme de 1991, mas sim sobre a versão mais recente, de 2015.
Quando vi o trailer o que pensei foi: "fala sério, um filme só com cenas de ação e uma sinopse bem fraca". Mas é claro que pensei isso, a história do filme é a seguinte:
Agente do FBI que se infiltra em um grupo de atletas radicais suspeitos de cometerem roubos.
Mas ainda assim lá fui eu assistir isso. E para minha surpresa, não foi tão ruim! Eu sei que muitos consideraram o roteiro fraco, cenas pouco realistas e um verdadeiro desperdício de talento ter Édgar Ramírez nesse filme, o que eu também achei já que o papel dele é muito vazio, mas ainda assim, para quem quer ver cenas radicais em 3D e nada mais, ele é bom. E teve um final oposto ao que imaginei, só por isso já gostei dele, o fato de não ser tão previsível quanto eu esperava compensou várias falhas.
E como falhas eu posso citar: o filme é focado totalmente nas cenas radicais e não há muito sentido na história, ausência de diálogos, personagens vazios e filosofias nada convincentes.
Para vocês entenderem, o filme começa com Utah, o protagonista praticando motocross com seu amigo, que morre. Então a cena muda para sete anos mais tarde com Utah no FBI. O chefe dele resolve acreditar em uma teoria estranha dele e arriscar o próprio emprego para mandar o inexperiente aspirante a agente se infiltrar no grupo de esportistas radicais que ele acredita ter envolvimento nos crimes. Tudo meio veloz e irracional, não consigo imaginar o FBI fazendo algo assim.
Depois, fiquei surpresa com a facilidade com que ele foi aceito no grupo e levado ao local do próximo crime. Foi algo mais ou menos assim: "eu não tenho uma razão para estar aqui, vocês não sabem nada de mim além do que eu era há sete anos, mas me deixem entrar para sua organização criminosa". O personagem interpretado por Édgar Ramírez, Bodhi, é o líder do grupo e sem lógica nenhuma o aceita e expõe sua filosofia: o mundo está sendo destruído, devemos fazer oferendas ao planeta com tudo aquilo que tiramos dele e através disso e exposição a perigos mortais, vamos alcançar elevação espiritual.
É inacreditável, mas é essa a ideia do filme. No fim, pelo menos me surpreendi ao ver que Utah não se tornou adepto a essa estranha filosofia e se mostrou leal ao FBI e Bodhi morreu de uma maneira desnecessária, ele se matou para falar a verdade. Foi um filme estranho com personagens realmente vazios e um enredo fraco, mas com cenas de ação aceitáveis.
Para quem não tem nada melhor para assistir ( quer dizer, está esperando os filmes da Marvel kkkkk), fica a dica!
Até a próxima! :D
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
I do, I do
Oi!!
Hoje vou falar de até então, o melhor dorama que já vi!!!!
Faz algumas semanas que o assisti, estava vendo o Fated to Love You que tem a história semelhante, mas então esse dorama me chamou mais atenção. Assim como Fated to love You, a protagonista tem uma vida normal e em uma noite por causa de bebidas acaba dormindo com um completo desconhecido e tempos mais tarde descobre que ficou grávida, então sua vida vira uma loucura. Mas as semelhanças terminam aqui.
Em I do, I do Hwang Ji-ahn é uma mulher de 37 anos (mas sua aparência é de alguém com pelo menos 10 anos menos, impressionante), bem sucedida como diretora em uma empresa de calçados que está prestes a ser nomeada presidente da empresa, ou seja, a realização máxima que ela sempre sonhou. Ela é totalmente obcecada pelo trabalho, extremamente exigente a ponto disso causar o afastamento de sua equipe de trabalho. Em termos financeiros ela alcançou sucesso, mas em relação a sua vida pessoal é um fracasso, alguém tão focada em seu mundo altamente planejado que além de ter problemas com a equipe (eles fazem o trabalho sim, mas em termos de lealdade deixam muito a desejar...) ainda aborrece seus pais por se recusar a casar algum dia apesar de já estar próxima dos 40 anos.
Ela até começa a sair com um médico, Jo Eun-sung, de 36 anos, bem humorado, inteligente, atencioso, etc, etc, etc... Um homem que a palavra perfeição poderia encontrar seu significado. Mas, em seu caminho também está Park Tae-kang, rapaz de 27 anos sem formação acadêmica e passando possivelmente os piores momentos de sua vida: desempregado, sem casa, somente tendo o pai ao seu lado. Ele acaba conseguindo um emprego junto com a equipe dela e por isso, passa a ser seu funcionário.
Acontece que por acaso, mesmo sendo diagnosticada com menopausa precoce ela fica grávida dele. Mas não conta para ele que o filho é dele até os episódios finais e ele passa boa parte da trama achando que o médico é o pai. Ainda mais porque Jo Eun-sung estava mesmo disposto a casar com ela e criar a criança como se fosse dele.
Em relação ao triângulo amoroso, posso dizer que foi muito bem feito, mostrando como os sentimentos foram surgindo sem ficar uma chatice exageradamente romântica. Apesar do gênero desse dorama ser romance, drama e comédia, não tem nenhum desses elementos em altas doses a ponto de nos aborrecer, o que achei fantástico.
Foi tão bem desenvolvido que apesar de eu ter gostado muito do médico, não achei ruim a escolha dela pelo garoto mais novo, enquanto eu assistia eu pensava que fosse com quem ela ficasse no fim estaria bom, afinal, o médico se mostrava sempre companheiro e o garoto amadureceu consideravelmente se comparado ao primeiro episódio.
Não só de romance foi feito esse dorama! Aliás, como eu disse, não teve tanto.
A principal característica que me fez acompanhar todos os episódios em uma verdadeira maratona (como eu faço com tudo o que gosto) foi a personalidade segura, determinada, persistente e corajosa da protagonista. Eis uma protagonista que vale a pena acompanharmos!
Quando comentei sobre os doramas anteriores, creio que não houve uma protagonista que eu pudesse dizer que foi impressionante desde o início. Mas Hwang Ji-ahn se mostrou acima das minhas expectativas. Em toda a história vemos que ela teve que se esforçar muito para chegar até onde chegou e mesmo quando sua competência já era incontestável ela ainda teve que continuar lutando e mostrando que não estava na direção da empresa à toa e não hesitaria em deixar isso claro para a filha do presidente, sua rival.
Uma personagem corajosa e guerreira do século XXI, capaz de encarar os desafios que viessem e começar do zero se preciso, inteligente e confiante, isso tudo sem descer do salto. Poderia fazer uma lista com as razões de Hwang Ji-ahn ter me surpreendido e ter feito de I do, I do até hoje, meu dorama favorito, e milagrosamente, sem nenhum ponto negativo para eu comentar.
Pessoal, fica a dica do que assistir ^ ^
Até logo!!
Hoje vou falar de até então, o melhor dorama que já vi!!!!
Faz algumas semanas que o assisti, estava vendo o Fated to Love You que tem a história semelhante, mas então esse dorama me chamou mais atenção. Assim como Fated to love You, a protagonista tem uma vida normal e em uma noite por causa de bebidas acaba dormindo com um completo desconhecido e tempos mais tarde descobre que ficou grávida, então sua vida vira uma loucura. Mas as semelhanças terminam aqui.
Em I do, I do Hwang Ji-ahn é uma mulher de 37 anos (mas sua aparência é de alguém com pelo menos 10 anos menos, impressionante), bem sucedida como diretora em uma empresa de calçados que está prestes a ser nomeada presidente da empresa, ou seja, a realização máxima que ela sempre sonhou. Ela é totalmente obcecada pelo trabalho, extremamente exigente a ponto disso causar o afastamento de sua equipe de trabalho. Em termos financeiros ela alcançou sucesso, mas em relação a sua vida pessoal é um fracasso, alguém tão focada em seu mundo altamente planejado que além de ter problemas com a equipe (eles fazem o trabalho sim, mas em termos de lealdade deixam muito a desejar...) ainda aborrece seus pais por se recusar a casar algum dia apesar de já estar próxima dos 40 anos.
Acontece que por acaso, mesmo sendo diagnosticada com menopausa precoce ela fica grávida dele. Mas não conta para ele que o filho é dele até os episódios finais e ele passa boa parte da trama achando que o médico é o pai. Ainda mais porque Jo Eun-sung estava mesmo disposto a casar com ela e criar a criança como se fosse dele.
Em relação ao triângulo amoroso, posso dizer que foi muito bem feito, mostrando como os sentimentos foram surgindo sem ficar uma chatice exageradamente romântica. Apesar do gênero desse dorama ser romance, drama e comédia, não tem nenhum desses elementos em altas doses a ponto de nos aborrecer, o que achei fantástico.
Foi tão bem desenvolvido que apesar de eu ter gostado muito do médico, não achei ruim a escolha dela pelo garoto mais novo, enquanto eu assistia eu pensava que fosse com quem ela ficasse no fim estaria bom, afinal, o médico se mostrava sempre companheiro e o garoto amadureceu consideravelmente se comparado ao primeiro episódio.
Não só de romance foi feito esse dorama! Aliás, como eu disse, não teve tanto. A principal característica que me fez acompanhar todos os episódios em uma verdadeira maratona (como eu faço com tudo o que gosto) foi a personalidade segura, determinada, persistente e corajosa da protagonista. Eis uma protagonista que vale a pena acompanharmos!
Quando comentei sobre os doramas anteriores, creio que não houve uma protagonista que eu pudesse dizer que foi impressionante desde o início. Mas Hwang Ji-ahn se mostrou acima das minhas expectativas. Em toda a história vemos que ela teve que se esforçar muito para chegar até onde chegou e mesmo quando sua competência já era incontestável ela ainda teve que continuar lutando e mostrando que não estava na direção da empresa à toa e não hesitaria em deixar isso claro para a filha do presidente, sua rival.
Uma personagem corajosa e guerreira do século XXI, capaz de encarar os desafios que viessem e começar do zero se preciso, inteligente e confiante, isso tudo sem descer do salto. Poderia fazer uma lista com as razões de Hwang Ji-ahn ter me surpreendido e ter feito de I do, I do até hoje, meu dorama favorito, e milagrosamente, sem nenhum ponto negativo para eu comentar.
Pessoal, fica a dica do que assistir ^ ^
Até logo!!
domingo, 24 de janeiro de 2016
Phantasy Star Online 2 The Animation, Nijiiro Days, Norn 9: Norn + Nonetto e Boku Dake ga Inai Machi
Boa tarde!!!
Então, pessoal, a última vez que falei sobre animes aqui foi quando acabaram as temporadas de Dance With Devils e Diabolik Lovers: more Blood lembram? Finais frustrantes com certeza...
Mas agora estou acompanhando alguns dos que estrearam há menos de um mês e essa temporada está muito superior a anterior, apesar de que parece que a maioria dos animes dessa vez é de ficção científica, e não é bem meu gênero favorito. Ah, também não é romance!! kkkkkk Sei que deve parecer que sim pela quantidade de shoujo que coloco aqui, mas o que gosto mesmo é aventura. ^ ~ ^
Em segundo lugar até pode entrar algum BOM romance, porque não é qualquer coisa que eu gosto.
Então, esses são os 4 melhores animes na minha opinião, dessa temporada:
4° lugar: Phantasy Star Online 2 The Animation
Acabei vendo o 2° episódio por acaso e ontem o 3°... E gostei!
Ainda não dá para dizer se será bom até o fim, eu penso que vai seguir o mesmo ritmo leve e divertido desses primeiros episódios.
Basicamente se trata de um garoto entusiasmado que passa a conhecer o maravilhoso mundo dos RPGs online. Por enquanto tudo está ótimo para ele, ele está se dando bem em jogo, conhecendo mais gente, descobrindo que muitas vezes o personagem que se vê em jogo não tem absolutamente NADA a ver com a pessoa que o joga.
Engraçado isso, porque vendo esse 3° episódio ontem me fez lembrar tanto de quando eu jogava RPG! Muito divertido, minhas personagens não tinham muitas semelhanças comigo, e essa é a graça do jogo: poder ser o que você quiser naquele mundo alternativo.
Menos se quiser ser um Troll, aí ninguém merece -_-
Aqui um exemplo do anime: esses personagens fofos na verdade são interpretados por dois homens! E um deles é enorme, musculoso, parece uma muralha. O.o
É pessoal, dá para ser enganado fácil, fácil. kkkkk
Sabe, vocês nunca adivinhariam a razão de eu começar a ver esse anime, lá vai:
Essa personagem aqui!!! kkkkk Vou explicar: ela é parecida com Hiyori de Noragami, e a 2° temporada também acabou, sabem? Pois é, fiquei com saudades de Noragami e como o mangá está praticamente parado de tão lento, estou recorrendo a cópias. kkkkk
Não são parecidas? Se bem que Hiyori parece ser mais nova, mas tudo bem. Graças a essa semelhança agora assisto Phantasy Star Online 2 The Animation.
Vou continuar assistindo para ver no que dá. Qualquer mudança na história ou novidades, eu volto a comentar. ^ ^
3° Lugar: Nijiiro Days
Esse é bem curto, uma pena. Cada episódio tem apenas 12 minutos. E acho que já comentei que detesto isso, Diabolik Lovers também é assim e como resultado foi como assistir um anime de 6 episódios!! E como criar uma história boa com 6 episódios??
Esse é o único ponto negativo até então.
A história parece ser bem simples: quatro amigos da escola que vivem suas vidas e gostam de estar juntos. Natsuki (o loiro) é o principal protagonista, ele se apaixonou por uma garota (Anna) e não consegue falar com ela, se aproximar dela ou fazer qualquer coisa. Ele é tímido e seus amigos tentam ajudá-lo nessa complicação amorosa.
Entre seus amigos está Tomoya Matsunaga (o ruivo), popular entre as garotas e que se interessa justamente pela amiga de Anna, uma garota com repulsa a homens. Missão difícil para ele. kkkkk
Tsuyoshi Naoe, o inteligente. (o moreno com franja longa sobre o olho), ainda não teve muitas aparições nesses primeiros episódios, mas já gostei dele só por saber que é otaku. Ótima combinação: otaku inteligente, gostei demais!
E por último temos Keiichi Katakura, o que me enganou.O.O
Olhando para ele parece ser um personagem alegre e comum, até aqui, normal. Aí assistindo ao 2° episódio teve uma cena que muita gente comentou, sobre ele castigar a garota que reclama de ser beijada por ele. Eu só suspeitei, e então descobri que é fato confirmado: ele tem fetiches sádicos. O.o Só eu que estou enxergando um futuro sr. Grey aí? kkkkkk
Espero que consigam fazer algo legal nesses 12 episódios pois esse anime parece ser bom. Vamos ver!
2° Lugar: Norn 9: Norn + Nonetto
Essa é uma história diferente: se passa dentro de uma nave que captura somente pessoas com habilidades não humanas. Cheia de mistérios, questionamentos, um traidor a ser desmascarado, laços antigos e complexos, e ainda é baseado em jogo. Quando penso nisso fico com medo de não ter final definitivo, mas dessa vez acho que vai ficar o mais claro possível, pela abertura (aliás, é triste) vemos as 3 garotas com seus pares, acho que terá um pouco de romance.
Achei interessante: ao invés de fazerem um anime onde uma garota conquista os corações de TODOS os personagens masculinos como é comum nessas adaptações de jogos, colocaram 3 garotas e 9 garotos, sendo que cada uma delas tem 3 opções de garotos para escolherem como seus pares.
Essas são as meninas. A primeira, é séria, calada e inexpressiva. De início pensei que ela seria bem chata, mas aí dei uma pesquisada e descobri que ela só para começar é uma ninja. Sério, e esse não é o único dom dela, sua outra habilidade secreta é poder apagar memórias. Junta esses dons e vê no que dá: uma super agente secreta. Uhmn... Seria interessante. Mas pelo que estou vendo ela não quer usar seus dons e tem algum problema sério e não resolvido com um dos garotos da nave.
A do meio é a protagonista, ela perdeu parte das memórias e viveu sozinha por anos até ser levada por vontade própria pela nave. Ela se recordou que um estranho a chamava de Koharu e então passou a usar esse nome. Sua habilidade é criar verdadeiros incêndios, pura destruição, por isso ela não conta a ninguém e nem usa o poder.
Por incrível que pareça gostei dela, ela consegue ser ingênua e gentil sem cair naquele estereótipo irritante das heroínas. O legal é que Koharu tem realmente excelentes justificativas para sua personalidade e comportamento, e é uma graça.
Agora, ela não parece com a Haruka de Uta no Prince Maji Love? Sei que a maioria dessas heroínas se parecem umas com as outras, mas não resisti e tenho que comentar essa semelhança, até mesmo porque gosto da Haruka também e gostei dessa Koharu que apesar de ser parecida com ela é ainda mais fofa.
Acharam parecidas?

E a 3° garota, ainda não me cativou. Ela é reservada e protege a todos da nave com seu poder de barreira e parece ser bastante fria e madura, mas provavelmente esconde sentimentos muito mais ternos.Geralmente é assim. E aposto que vocês já leram alguma descrição semelhante a essa de vários outros personagens, porque é bem comum mesmo, por isso estou dizendo que ela ainda não me cativou. Quero ver o que será feito dela e como vão explorar os sentimentos ocultos, e falando nisso, já disse que cada garota tem 3 garotos, certo? Um desses (meu favorito) é seu amigo de infância. Até então, mostrou apenas que eles são próximos, para mim ele a ama e é correspondido, mas não claramente.
Acontece que ele tem o dom de ver o futuro e na infância ele viu que morrerá para salvar alguém que ele ama, então ela o faz prometer jamais se apaixonar, como forma de impedir sua morte. O.O
Mas é só olhar para ele para notar que isso foi impossível. Gostei muito desse personagem!! Ainda não gravei os nomes, mas é o garoto de cabelo longo e branco.
Esses são os 9 garotos da história:
Assim que saírem mais episódios vou poder falar deles, porque até agora as informações são bem limitadas.
1° Lugar: Boku Dake ga Inai Machi
O nome é meio grande, mas é só anotar aí e procurar, vale a pena ^ ^. No 1° lugar temos um anime de um dos gêneros que eu menos gosto: SUSPENSE. É uma verdadeira surpresa para mim que um anime desses tenha me prendido tanto! A razão de eu não gostar de suspense é a aflição de ter que esperar o desenrolar da história e não saber o que vai acontecer, é uma agonia. Sem falar que como é um anime novo ainda tenho que aguardar uma semana para ver um episódio, é uma tortura!
Bem, o protagonista, Satoru Fujinuma, é um mangaká sem sucesso que para se sustentar também é entregador de pizza. Ele aparenta ser normal, de poucas palavras e calmo. O que ninguém sabe é que ele pode voltar no tempo.
Mas não por sua vontade, sempre que alguma tragédia está para acontecer, ele não entende como, mas o tempo volta de 1 a 5 minutos e ele tem que impedir que ela ocorra. Até aí ele vivia o mais normalmente possível.
Então acontece o marco da história: o assassinato de sua mãe por um assassino serial que ela reconheceu como o verdadeiro culpado pelas mortes de 3 crianças amigas de seu filho há 18 anos. Queima de arquivo.
Quando Satoru é acusado injustamente pela morte de sua mãe, sua habilidade se ativa e ele é mandado para o passado, mas dessa vez não 5 minutos antes e sim 18 ANOS!! Ele volta ao tempo que era uma criança (inclusive no corpo de quando tinha 10 anos) e percebe que para impedir que sua mãe morra ele precisa evitar o assassinato de sua colega de classe Kayo Hinazuki, menina antissocial que sofria abusos da mãe.
Satoru também pretende com isso impedir que seu amigo mais velho "Coragem", como ele o chamava, seja acusado pelos assassinatos, mas o que ele não sabe é que o verdadeiro assassino está bem perto dele: seu professor na escola onde ele e as vítimas estudam.
Por enquanto só tem 3 episódios e especula-se que o anime acabará como o mangá, mas não sei, o mangá ainda está em andamento. Torço muito para ser verdade e encerrarem a história toda com 12 episódios, estou ansiosa para ver o que será dele quando os anos passarem e ele retornar à sua idade adulta, e também quero ver o que será feito da Kayo. Afinal, quem diria que a vida da mãe dele estaria ligada a uma menina morta há 18 anos.
Pessoal, por hoje é só, espero que tenham gostado. ^ ^
Até logo!!!
Então, pessoal, a última vez que falei sobre animes aqui foi quando acabaram as temporadas de Dance With Devils e Diabolik Lovers: more Blood lembram? Finais frustrantes com certeza...
Mas agora estou acompanhando alguns dos que estrearam há menos de um mês e essa temporada está muito superior a anterior, apesar de que parece que a maioria dos animes dessa vez é de ficção científica, e não é bem meu gênero favorito. Ah, também não é romance!! kkkkkk Sei que deve parecer que sim pela quantidade de shoujo que coloco aqui, mas o que gosto mesmo é aventura. ^ ~ ^
Em segundo lugar até pode entrar algum BOM romance, porque não é qualquer coisa que eu gosto.
Então, esses são os 4 melhores animes na minha opinião, dessa temporada:
4° lugar: Phantasy Star Online 2 The Animation
Acabei vendo o 2° episódio por acaso e ontem o 3°... E gostei!
Ainda não dá para dizer se será bom até o fim, eu penso que vai seguir o mesmo ritmo leve e divertido desses primeiros episódios.
Basicamente se trata de um garoto entusiasmado que passa a conhecer o maravilhoso mundo dos RPGs online. Por enquanto tudo está ótimo para ele, ele está se dando bem em jogo, conhecendo mais gente, descobrindo que muitas vezes o personagem que se vê em jogo não tem absolutamente NADA a ver com a pessoa que o joga.
Engraçado isso, porque vendo esse 3° episódio ontem me fez lembrar tanto de quando eu jogava RPG! Muito divertido, minhas personagens não tinham muitas semelhanças comigo, e essa é a graça do jogo: poder ser o que você quiser naquele mundo alternativo.
Menos se quiser ser um Troll, aí ninguém merece -_-
Aqui um exemplo do anime: esses personagens fofos na verdade são interpretados por dois homens! E um deles é enorme, musculoso, parece uma muralha. O.o
É pessoal, dá para ser enganado fácil, fácil. kkkkk
Sabe, vocês nunca adivinhariam a razão de eu começar a ver esse anime, lá vai:
Essa personagem aqui!!! kkkkk Vou explicar: ela é parecida com Hiyori de Noragami, e a 2° temporada também acabou, sabem? Pois é, fiquei com saudades de Noragami e como o mangá está praticamente parado de tão lento, estou recorrendo a cópias. kkkkk
Não são parecidas? Se bem que Hiyori parece ser mais nova, mas tudo bem. Graças a essa semelhança agora assisto Phantasy Star Online 2 The Animation.
Vou continuar assistindo para ver no que dá. Qualquer mudança na história ou novidades, eu volto a comentar. ^ ^
3° Lugar: Nijiiro Days
Esse é bem curto, uma pena. Cada episódio tem apenas 12 minutos. E acho que já comentei que detesto isso, Diabolik Lovers também é assim e como resultado foi como assistir um anime de 6 episódios!! E como criar uma história boa com 6 episódios??
Esse é o único ponto negativo até então.
A história parece ser bem simples: quatro amigos da escola que vivem suas vidas e gostam de estar juntos. Natsuki (o loiro) é o principal protagonista, ele se apaixonou por uma garota (Anna) e não consegue falar com ela, se aproximar dela ou fazer qualquer coisa. Ele é tímido e seus amigos tentam ajudá-lo nessa complicação amorosa.
Entre seus amigos está Tomoya Matsunaga (o ruivo), popular entre as garotas e que se interessa justamente pela amiga de Anna, uma garota com repulsa a homens. Missão difícil para ele. kkkkk
Tsuyoshi Naoe, o inteligente. (o moreno com franja longa sobre o olho), ainda não teve muitas aparições nesses primeiros episódios, mas já gostei dele só por saber que é otaku. Ótima combinação: otaku inteligente, gostei demais!
E por último temos Keiichi Katakura, o que me enganou.O.O
Olhando para ele parece ser um personagem alegre e comum, até aqui, normal. Aí assistindo ao 2° episódio teve uma cena que muita gente comentou, sobre ele castigar a garota que reclama de ser beijada por ele. Eu só suspeitei, e então descobri que é fato confirmado: ele tem fetiches sádicos. O.o Só eu que estou enxergando um futuro sr. Grey aí? kkkkkk
Espero que consigam fazer algo legal nesses 12 episódios pois esse anime parece ser bom. Vamos ver!
2° Lugar: Norn 9: Norn + Nonetto
Essa é uma história diferente: se passa dentro de uma nave que captura somente pessoas com habilidades não humanas. Cheia de mistérios, questionamentos, um traidor a ser desmascarado, laços antigos e complexos, e ainda é baseado em jogo. Quando penso nisso fico com medo de não ter final definitivo, mas dessa vez acho que vai ficar o mais claro possível, pela abertura (aliás, é triste) vemos as 3 garotas com seus pares, acho que terá um pouco de romance.
Achei interessante: ao invés de fazerem um anime onde uma garota conquista os corações de TODOS os personagens masculinos como é comum nessas adaptações de jogos, colocaram 3 garotas e 9 garotos, sendo que cada uma delas tem 3 opções de garotos para escolherem como seus pares.
Essas são as meninas. A primeira, é séria, calada e inexpressiva. De início pensei que ela seria bem chata, mas aí dei uma pesquisada e descobri que ela só para começar é uma ninja. Sério, e esse não é o único dom dela, sua outra habilidade secreta é poder apagar memórias. Junta esses dons e vê no que dá: uma super agente secreta. Uhmn... Seria interessante. Mas pelo que estou vendo ela não quer usar seus dons e tem algum problema sério e não resolvido com um dos garotos da nave.
A do meio é a protagonista, ela perdeu parte das memórias e viveu sozinha por anos até ser levada por vontade própria pela nave. Ela se recordou que um estranho a chamava de Koharu e então passou a usar esse nome. Sua habilidade é criar verdadeiros incêndios, pura destruição, por isso ela não conta a ninguém e nem usa o poder.
Por incrível que pareça gostei dela, ela consegue ser ingênua e gentil sem cair naquele estereótipo irritante das heroínas. O legal é que Koharu tem realmente excelentes justificativas para sua personalidade e comportamento, e é uma graça.
Agora, ela não parece com a Haruka de Uta no Prince Maji Love? Sei que a maioria dessas heroínas se parecem umas com as outras, mas não resisti e tenho que comentar essa semelhança, até mesmo porque gosto da Haruka também e gostei dessa Koharu que apesar de ser parecida com ela é ainda mais fofa.
Acharam parecidas?

E a 3° garota, ainda não me cativou. Ela é reservada e protege a todos da nave com seu poder de barreira e parece ser bastante fria e madura, mas provavelmente esconde sentimentos muito mais ternos.Geralmente é assim. E aposto que vocês já leram alguma descrição semelhante a essa de vários outros personagens, porque é bem comum mesmo, por isso estou dizendo que ela ainda não me cativou. Quero ver o que será feito dela e como vão explorar os sentimentos ocultos, e falando nisso, já disse que cada garota tem 3 garotos, certo? Um desses (meu favorito) é seu amigo de infância. Até então, mostrou apenas que eles são próximos, para mim ele a ama e é correspondido, mas não claramente.
Acontece que ele tem o dom de ver o futuro e na infância ele viu que morrerá para salvar alguém que ele ama, então ela o faz prometer jamais se apaixonar, como forma de impedir sua morte. O.O
Mas é só olhar para ele para notar que isso foi impossível. Gostei muito desse personagem!! Ainda não gravei os nomes, mas é o garoto de cabelo longo e branco.
Esses são os 9 garotos da história:
Assim que saírem mais episódios vou poder falar deles, porque até agora as informações são bem limitadas.
1° Lugar: Boku Dake ga Inai Machi
O nome é meio grande, mas é só anotar aí e procurar, vale a pena ^ ^. No 1° lugar temos um anime de um dos gêneros que eu menos gosto: SUSPENSE. É uma verdadeira surpresa para mim que um anime desses tenha me prendido tanto! A razão de eu não gostar de suspense é a aflição de ter que esperar o desenrolar da história e não saber o que vai acontecer, é uma agonia. Sem falar que como é um anime novo ainda tenho que aguardar uma semana para ver um episódio, é uma tortura!
Bem, o protagonista, Satoru Fujinuma, é um mangaká sem sucesso que para se sustentar também é entregador de pizza. Ele aparenta ser normal, de poucas palavras e calmo. O que ninguém sabe é que ele pode voltar no tempo.
Mas não por sua vontade, sempre que alguma tragédia está para acontecer, ele não entende como, mas o tempo volta de 1 a 5 minutos e ele tem que impedir que ela ocorra. Até aí ele vivia o mais normalmente possível.
Então acontece o marco da história: o assassinato de sua mãe por um assassino serial que ela reconheceu como o verdadeiro culpado pelas mortes de 3 crianças amigas de seu filho há 18 anos. Queima de arquivo.
Quando Satoru é acusado injustamente pela morte de sua mãe, sua habilidade se ativa e ele é mandado para o passado, mas dessa vez não 5 minutos antes e sim 18 ANOS!! Ele volta ao tempo que era uma criança (inclusive no corpo de quando tinha 10 anos) e percebe que para impedir que sua mãe morra ele precisa evitar o assassinato de sua colega de classe Kayo Hinazuki, menina antissocial que sofria abusos da mãe.
Satoru também pretende com isso impedir que seu amigo mais velho "Coragem", como ele o chamava, seja acusado pelos assassinatos, mas o que ele não sabe é que o verdadeiro assassino está bem perto dele: seu professor na escola onde ele e as vítimas estudam.
Por enquanto só tem 3 episódios e especula-se que o anime acabará como o mangá, mas não sei, o mangá ainda está em andamento. Torço muito para ser verdade e encerrarem a história toda com 12 episódios, estou ansiosa para ver o que será dele quando os anos passarem e ele retornar à sua idade adulta, e também quero ver o que será feito da Kayo. Afinal, quem diria que a vida da mãe dele estaria ligada a uma menina morta há 18 anos.
Pessoal, por hoje é só, espero que tenham gostado. ^ ^
Até logo!!!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Personal Taste - com spoiler
Olá!
Como prometido, hoje vou falar sobre o dorama Personal Taste, que comentei da última vez.
Gostei bastante, consegui assistir até o final o que é um feito. É que ultimamente as histórias parecem tão repetitivas ou entediantes mesmo, que só assisto até a metade (e olhe lá) e então pulo para o último episódio para saber se vai compensar gastar mais horas assistindo o dorama até o fim. Um exemplo disso foi o My Unfortunate Boyfriend que comecei a ver mas achei tão lento que fui para o final, não gostei muito e ainda estou decidindo se termino ou não de ver.
Mas com Personal Taste foi diferente, apesar do começo mostrar uma protagonista terrivelmente emotiva, sem amor próprio, ingênua e fora da realidade, acompanhei até o final loucamente, fiquei noites em claro porque não aguentava esperar o próximo dia para ver a continuação. Sério, essa história vicia!
Bem, a protagonista Park Kae-in inicialmente é ainda pior que aquela do filme Seducing Mr. Perfect da última postagem e realmente era digna de pena. A história começa com o namorado dela de longos anos terminando inesperadamente o namoro, e quando olhamos o casal no início até dá para imaginar que ele não ia ficar com ela muito tempo. Eu cheguei a pensar: "o que foi que um cara desses viu nela?!" Claro que eu não esperava que ela fosse trocada pela melhor amiga e que eles iriam se casar. Começo interessante, não é?
Depois desse choque inicial a história continua com Park Kae-in precisando alugar o quarto que era dessa "amiga" e é aí que entra o Jeon Jin-ho, um jovem arquiteto que está tentando manter sua pequena empresa e competindo com uma grande e poderosa empresa onde seu pai trabalhou. Ele está com sérios problemas financeiros e precisa desesperadamente ganhar um concurso cuja construção inspiradora do projeto é justamente Sanggojae, a casa tradicional coreana jamais aberta ao público pertencente ao pai de Park Kae-in, onde ela vive sozinha.
As coisas não saem como esperado e Jeon Jin-ho acaba tendo que se passar por gay para poder alugar o quarto e descobrir mais sobre essa misteriosa construção. E com certeza sai ainda mais fora de controle quando o diretor do projeto flagra Park Kae-in dizendo em alto e bom tom que o arquiteto não se atrai por mulheres... Hilário demais! Jeon Jin-ho pensou que era o fim do mundo, mas ele não esperava descobrir que o diretor era gay e ainda por cima tinha uma quedinha por ele. Não, queda é pouco, o homem estava completamente apaixonado.
Ah, esse diretor, Choi Do-bin, é um dos melhores personagens do dorama, simplesmente acho que é impossível não gostar dele. Ele aparece como um homem sério e imune a bajulações, justo e bom. Sem falar que o ator faz as melhores expressões faciais, o olhar triste dele quando Jeon Jin-ho é posto contra a parede para assumir sua orientação sexual foi tão intenso que realmente não tinha como o rapaz dizer que era hétero naquele momento.
Outro problema que surge além das complicações profissionais de Jeon Jin-ho é Kim In-hee, a amiga traidora que desistiu de casar com o namorado de Park Kae-in e agora também está determinada a roubar Jeon Jin-ho, mesmo que ele fosse gay. Tenho que admitir, ela é MUITO persistente. E inteligente também. Apesar de ser um papel comum, dá para notar que Kim In-hee é completamente charmosa e sagaz, posso dizer que ela seduz com sofisticação. Pelo menos a achei melhor que as outras que me recordo até então.
Então chegamos aos terríveis clichês e acho que terei que lista-los:
* Park Kae-in recupera sua autoestima, ou a cria, a partir do apoio de Jeon Jin-ho, mas ainda assim consegue ferir o coração dele por causa de seu ex.
* Jeon Jin-ho é descoberto, sofre com alguns mal entendidos que com certeza iriam pôr em fim tanto seu romance com Park Kae-in quanto seu futuro profissional, entretanto como um mártir decide aceitar tudo e sofrer sozinho.
Aí eu pergunto: por que adoram colocar esse tipo de situação exageradamente dramática só para no final tudo se resolver com uma sucessão de situações tão surrealmente bem-vindas que poderiam ser facilmente chamadas de providência divina?!
* O universo, a sorte, a vontade dos autores, tudo simplesmente conspira para que a inocência do bom moço seja revelada e ele possa ficar feliz e pedir a protagonista em casamento.
* Os personagens coadjuvantes terminam felizes, os maus nem tanto e a história acaba como posso dizer, cor-de-rosa?
Então, tirando essa fase drama no final e o fato de eu ter esperado se não me engano, 12 episódios para ver o primeiro beijo do casal (demorou muito... Muito mesmo. São 16 episódios!), gostei demais do dorama. E falando em beijo, fiquei surpresa por não ser como em tantos dramas asiáticos que vejo por aí que espero até o último episódio e vejo apenas um simples encostar de lábios, um selinho muito sem sentimento, e sim alguns dos mais românticos beijos dos doramas. Lee Min-ho, foi perfeito. ^ ^
Ah, e não posso me esquecer das músicas! Nossa, as duas músicas são lindas, tanto as letras quanto as melodias, muito boas, não saíam da minha cabeça. Acho que quero escutar novamente. O.o
Espero que tenham gostado desse resumo, até a próxima!!!
Como prometido, hoje vou falar sobre o dorama Personal Taste, que comentei da última vez.
Gostei bastante, consegui assistir até o final o que é um feito. É que ultimamente as histórias parecem tão repetitivas ou entediantes mesmo, que só assisto até a metade (e olhe lá) e então pulo para o último episódio para saber se vai compensar gastar mais horas assistindo o dorama até o fim. Um exemplo disso foi o My Unfortunate Boyfriend que comecei a ver mas achei tão lento que fui para o final, não gostei muito e ainda estou decidindo se termino ou não de ver.
Mas com Personal Taste foi diferente, apesar do começo mostrar uma protagonista terrivelmente emotiva, sem amor próprio, ingênua e fora da realidade, acompanhei até o final loucamente, fiquei noites em claro porque não aguentava esperar o próximo dia para ver a continuação. Sério, essa história vicia!
Bem, a protagonista Park Kae-in inicialmente é ainda pior que aquela do filme Seducing Mr. Perfect da última postagem e realmente era digna de pena. A história começa com o namorado dela de longos anos terminando inesperadamente o namoro, e quando olhamos o casal no início até dá para imaginar que ele não ia ficar com ela muito tempo. Eu cheguei a pensar: "o que foi que um cara desses viu nela?!" Claro que eu não esperava que ela fosse trocada pela melhor amiga e que eles iriam se casar. Começo interessante, não é?
Depois desse choque inicial a história continua com Park Kae-in precisando alugar o quarto que era dessa "amiga" e é aí que entra o Jeon Jin-ho, um jovem arquiteto que está tentando manter sua pequena empresa e competindo com uma grande e poderosa empresa onde seu pai trabalhou. Ele está com sérios problemas financeiros e precisa desesperadamente ganhar um concurso cuja construção inspiradora do projeto é justamente Sanggojae, a casa tradicional coreana jamais aberta ao público pertencente ao pai de Park Kae-in, onde ela vive sozinha.
As coisas não saem como esperado e Jeon Jin-ho acaba tendo que se passar por gay para poder alugar o quarto e descobrir mais sobre essa misteriosa construção. E com certeza sai ainda mais fora de controle quando o diretor do projeto flagra Park Kae-in dizendo em alto e bom tom que o arquiteto não se atrai por mulheres... Hilário demais! Jeon Jin-ho pensou que era o fim do mundo, mas ele não esperava descobrir que o diretor era gay e ainda por cima tinha uma quedinha por ele. Não, queda é pouco, o homem estava completamente apaixonado.
Ah, esse diretor, Choi Do-bin, é um dos melhores personagens do dorama, simplesmente acho que é impossível não gostar dele. Ele aparece como um homem sério e imune a bajulações, justo e bom. Sem falar que o ator faz as melhores expressões faciais, o olhar triste dele quando Jeon Jin-ho é posto contra a parede para assumir sua orientação sexual foi tão intenso que realmente não tinha como o rapaz dizer que era hétero naquele momento.
Outro problema que surge além das complicações profissionais de Jeon Jin-ho é Kim In-hee, a amiga traidora que desistiu de casar com o namorado de Park Kae-in e agora também está determinada a roubar Jeon Jin-ho, mesmo que ele fosse gay. Tenho que admitir, ela é MUITO persistente. E inteligente também. Apesar de ser um papel comum, dá para notar que Kim In-hee é completamente charmosa e sagaz, posso dizer que ela seduz com sofisticação. Pelo menos a achei melhor que as outras que me recordo até então.
Então chegamos aos terríveis clichês e acho que terei que lista-los:
* Park Kae-in recupera sua autoestima, ou a cria, a partir do apoio de Jeon Jin-ho, mas ainda assim consegue ferir o coração dele por causa de seu ex.
* Jeon Jin-ho é descoberto, sofre com alguns mal entendidos que com certeza iriam pôr em fim tanto seu romance com Park Kae-in quanto seu futuro profissional, entretanto como um mártir decide aceitar tudo e sofrer sozinho.
Aí eu pergunto: por que adoram colocar esse tipo de situação exageradamente dramática só para no final tudo se resolver com uma sucessão de situações tão surrealmente bem-vindas que poderiam ser facilmente chamadas de providência divina?!
* O universo, a sorte, a vontade dos autores, tudo simplesmente conspira para que a inocência do bom moço seja revelada e ele possa ficar feliz e pedir a protagonista em casamento.
* Os personagens coadjuvantes terminam felizes, os maus nem tanto e a história acaba como posso dizer, cor-de-rosa?
Então, tirando essa fase drama no final e o fato de eu ter esperado se não me engano, 12 episódios para ver o primeiro beijo do casal (demorou muito... Muito mesmo. São 16 episódios!), gostei demais do dorama. E falando em beijo, fiquei surpresa por não ser como em tantos dramas asiáticos que vejo por aí que espero até o último episódio e vejo apenas um simples encostar de lábios, um selinho muito sem sentimento, e sim alguns dos mais românticos beijos dos doramas. Lee Min-ho, foi perfeito. ^ ^
Ah, e não posso me esquecer das músicas! Nossa, as duas músicas são lindas, tanto as letras quanto as melodias, muito boas, não saíam da minha cabeça. Acho que quero escutar novamente. O.o
Espero que tenham gostado desse resumo, até a próxima!!!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Seducing mr. Perfect
Boa noite!
Então, finalmente 2016!!! Pessoal, minha saúde não estava a melhor desde antes da virada do ano por isso o blog ficou parado... Mas pretendo recuperar esse tempo perdido e escrever bastante aqui.
Então vamos lá! Tenho alguns filmes em mente para comentar aqui e espero que gostem. ^ ^
Hoje vou falar de um filme coreano que assisti e até que foi legal. Ele é do ano de 2006, mas eu só vi recentemente, tô super atrasada! kkkkkkk É que em 2006 eu não me ligava em nada sobre a Ásia além dos animês dublados ou filmes com Jackie Chan, então pessoal, me deem um desconto, cultura coreana é algo bem recente para mim! o.o
Seducing Mr. Perfect se parece bastante com um dorama que comentarei aqui da próxima vez, o Personal Taste. Ambos têm como protagonistas mulheres românticas dependentes de seus parceiros e sem o menor amor próprio, que são abandonadas por eles justamente por amá-los demais e com isso, estariam fadadas ao sofrimento se não aparecesse algum homem lindo no caminho delas.
É, o enredo é praticamente o mesmo.
Como não deve ser surpresa para ninguém, isso aqui está cheio de SPOILERS, mas vocês já devem ter percebido que prefiro contar a trama toda a fazer mistério. ^ ^ Só estou alertando (e talvez acabe fazendo isso também nos próximos textos) porquê algumas pessoas vieram me avisar (valeu pela dica, pessoal!!!) que não estavam esperando por isso e que queriam saber que tinha revelações sobre as histórias.
Sinceramente, eu adoro encontrar blogs que contem tudo, seja de anime, filme, dorama, qualquer coisa, por isso conto tudo aqui também. kkkkk
Então, lá vai:
Por ser um filme a história tem que ser bem resumida para caber em até duas horas, mas mesmo assim tem a difícil missão de ser coerente e nos convencer sobre a ideia central. Como eu já disse, a história gira em torno de uma mulher cujo maior erro é amar mais aos homens que a si própria, que acaba sempre sendo deixada por todos aqueles que ela amou e em momento da vida encontra um homem legal que vai ajudá-la.
Min Joon conhece o sr. Robin Heiden, seu novo chefe em uma batida de carro causada por ela e logo que começam a trabalhar juntos ele expõe sua opinião sobre os comportamentos autodestrutivos da sua funcionária e lhe diz o que ele pensa do amor: que é igual a um jogo e que se deve ter estratégias para mantê-lo. Homem autoconfiante e maduro X mulher carente emocionalmente = dramas românticos. Parece que essa é a receita da maioria das histórias, que deprimente essa visão estereotipada dos casais...
Eles se veem com frequência e Min Joon decide que quer conquistá-lo,então começa uma série de tentativas constrangedoras e mal entendidos clássicos que anulariam a chance de qualquer casal ficar junto até que o período dele na Coreia chega ao fim. Então, depois dela o ajudar em um negócio com valor pessoal ele admite que ela é "digna do amor de qualquer homem e é a mais bela mulher que ele conheceu" e então, eles se beijam. Mesmo que antes ela tenha dito que ia se casar com outro...
Bem, gostei do filme, mas não vi muito sentido nesse amor deles, foi muito rápido para mim. Ela estava arrasada com o término de mais um relacionamento e ele era um traumatizado em relação ao amor, além da Min Joon realmente não mostrar muitas qualidades que justificassem o interesse repentino dele. Mas, filme é filme.
Bem, se o enredo não parece interessante o bastante, fica aqui a razão de várias mulheres assistirem o filme: Daniel Henney.
kkkkkkkkk E não sou eu que estou afirmando, se duvidam é só olharem os comentários no YouTube.^ ^
Até a próxima!!!!
Então, finalmente 2016!!! Pessoal, minha saúde não estava a melhor desde antes da virada do ano por isso o blog ficou parado... Mas pretendo recuperar esse tempo perdido e escrever bastante aqui.
Então vamos lá! Tenho alguns filmes em mente para comentar aqui e espero que gostem. ^ ^
Hoje vou falar de um filme coreano que assisti e até que foi legal. Ele é do ano de 2006, mas eu só vi recentemente, tô super atrasada! kkkkkkk É que em 2006 eu não me ligava em nada sobre a Ásia além dos animês dublados ou filmes com Jackie Chan, então pessoal, me deem um desconto, cultura coreana é algo bem recente para mim! o.o
Seducing Mr. Perfect se parece bastante com um dorama que comentarei aqui da próxima vez, o Personal Taste. Ambos têm como protagonistas mulheres românticas dependentes de seus parceiros e sem o menor amor próprio, que são abandonadas por eles justamente por amá-los demais e com isso, estariam fadadas ao sofrimento se não aparecesse algum homem lindo no caminho delas.
É, o enredo é praticamente o mesmo.
Como não deve ser surpresa para ninguém, isso aqui está cheio de SPOILERS, mas vocês já devem ter percebido que prefiro contar a trama toda a fazer mistério. ^ ^ Só estou alertando (e talvez acabe fazendo isso também nos próximos textos) porquê algumas pessoas vieram me avisar (valeu pela dica, pessoal!!!) que não estavam esperando por isso e que queriam saber que tinha revelações sobre as histórias.
Sinceramente, eu adoro encontrar blogs que contem tudo, seja de anime, filme, dorama, qualquer coisa, por isso conto tudo aqui também. kkkkk
Então, lá vai:
Por ser um filme a história tem que ser bem resumida para caber em até duas horas, mas mesmo assim tem a difícil missão de ser coerente e nos convencer sobre a ideia central. Como eu já disse, a história gira em torno de uma mulher cujo maior erro é amar mais aos homens que a si própria, que acaba sempre sendo deixada por todos aqueles que ela amou e em momento da vida encontra um homem legal que vai ajudá-la.
Min Joon conhece o sr. Robin Heiden, seu novo chefe em uma batida de carro causada por ela e logo que começam a trabalhar juntos ele expõe sua opinião sobre os comportamentos autodestrutivos da sua funcionária e lhe diz o que ele pensa do amor: que é igual a um jogo e que se deve ter estratégias para mantê-lo. Homem autoconfiante e maduro X mulher carente emocionalmente = dramas românticos. Parece que essa é a receita da maioria das histórias, que deprimente essa visão estereotipada dos casais...
Eles se veem com frequência e Min Joon decide que quer conquistá-lo,então começa uma série de tentativas constrangedoras e mal entendidos clássicos que anulariam a chance de qualquer casal ficar junto até que o período dele na Coreia chega ao fim. Então, depois dela o ajudar em um negócio com valor pessoal ele admite que ela é "digna do amor de qualquer homem e é a mais bela mulher que ele conheceu" e então, eles se beijam. Mesmo que antes ela tenha dito que ia se casar com outro...
Bem, gostei do filme, mas não vi muito sentido nesse amor deles, foi muito rápido para mim. Ela estava arrasada com o término de mais um relacionamento e ele era um traumatizado em relação ao amor, além da Min Joon realmente não mostrar muitas qualidades que justificassem o interesse repentino dele. Mas, filme é filme.
Bem, se o enredo não parece interessante o bastante, fica aqui a razão de várias mulheres assistirem o filme: Daniel Henney.
kkkkkkkkk E não sou eu que estou afirmando, se duvidam é só olharem os comentários no YouTube.^ ^
Até a próxima!!!!
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